segunda-feira, 4 de março de 2013

POR QUE A TV NÃO ACABOU COM O CINEMA?

A imagem mostra um desenho de uma televisão antiga, com antenas externas e com uma imagem padrão toda colorida que servia para calibrar as cores
TV Retrô
Toda nova mídia suscita o sepultamento de outra anterior, tem sido assim desde há muito tempo. Mas, como é sabido, isto não ocorre assim, cada mídia proporciona experiências e produções de sentidos diferentes, é isto o que garante sua sobrevida.

Falo de sensações distintas a partir de cada um dos nossos vários canais perceptivos, cada mídia nos estimula e massageia (um bjo para o McLuhan: "O meio é a massagem") de maneira diferente e por fim nos AFETA (essa palavra é cirurgicamente proposta aqui) de maneira única.

Com o cinema não foi diferente. Quando os aparelhos de TV começaram a se popularizar dizia-se que as pessoas não iriam mais ao cinema, depois quando surgiram os vídeos cassetes, novamente, tentaram sepultar o cinema, uma vez que o cinema viria até a casa das pessoas.

Não cara pálida, a experiência de consumir as videografias cinematográficas requer a mobilidade das pessoas até um local, geralmente uma sala ampla, escura, com poltronas confortáveis, sonorização incrível, muito superior a qualquer equipamento similar doméstico. Isso sem falar no sabor da pipoca que, sabe-se lá porque, sempre tem "sabor de cinema".

Esta experiência vivenciada pelas pessoas é que garante a sobrevida do cinema. Nos últimos tempos tivemos a invenção do cinema 3D de alta definição, que garantirá a experiência única numa sala de cinema. "É disto que se trata!".

Neste sentido, a campanha do novo Citroën C3, que contém uma peça criada especificamente para duas salas de cinema brasileiras (Cinemark Market Place-SP e Downtown-RJ) realmente eleva a experiência do espectador ao limite. Confira no vídeo abaixo, repare na reação das pessoas e nos comentários que fazem depois. Ah! Claro; não esqueça de deixar o seu também por aqui... 

Abraços, bom consumo e boa digestão informívora!



Em tempo: este vídeo eu ví primeiro no blog do Não Salvo, é sempre bom citar a fonte inicial. 

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